O Rio de Janeiro foi classificado pela revista britânica The Economist como a melhor cidade do Brasil para viver, de acordo com a edição 2025 do Global Liveability Index. Apesar da liderança no cenário nacional, a capital fluminense ficou apenas na 111ª colocação entre as 173 cidades avaliadas no mundo.
O ranking é elaborado anualmente pela Economist Intelligence Unit, com base em critérios como saúde, educação, infraestrutura, cultura, meio ambiente e estabilidade política. Este último aspecto inclui fatores como criminalidade, terrorismo e conflitos armados.
Na edição de 2025, o Rio alcançou uma pontuação de 70,9 numa escala que vai de 1 a 100. Em relação ao ano anterior, a cidade apresentou um avanço de 0,7 ponto, um dos maiores entre os locais analisados. A revista destacou progressos em indicadores de estabilidade e oferta cultural como fatores que impulsionaram a melhora da cidade no ranking, embora desafios nas áreas de segurança e infraestrutura ainda persistam.
No topo do ranking mundial, destacaram-se cidades europeias e australianas. Viena (Áustria) lidera a lista, seguida por Copenhague (Dinamarca), Zurique (Suíça), Melbourne (Austrália) e Genebra (Suíça). Já entre as piores classificadas estão Karachi (Paquistão), Dhaka (Bangladesh), Trípoli (Líbia) e Damasco (Síria).
A capital fluminense superou cidades como Jacarta (Indonésia), Gidá (Arábia Saudita) e Bangkok (Tailândia). O índice utiliza uma média ponderada para classificar as cidades, considerando: Estabilidade (20%), Cultura e meio ambiente (25% cada), Educação (10%) e Infraestrutura (20%).